Rua Carlos Rueckl, 681 — Sala 1 — 25 de Julho · São Bento do Sul/SC · CEP 89291-105 (47) 98867-0043 · CNPJ 60.936.736/0001-06
— 02.02 · Loteamento e infraestrutura —

Projeto Urbanístico de Parcelamento do Solo

Parcelamento do solo: quadras, lotes, sistema viário, áreas verdes e institucionais dentro do que o plano diretor permite.

Lei 6.766/79


O projeto urbanístico é onde se define o resultado econômico do empreendimento. Número de lotes, testada média, extensão de via e área destinada a uso público determinam ao mesmo tempo a receita e o custo de infraestrutura — e essas duas variáveis se movem em sentidos opostos.

A moldura é a Lei 6.766/79, somada ao plano diretor e à lei de parcelamento do município, que costumam ser mais restritivos que a lei federal. Percentual mínimo de área pública, lote mínimo, testada mínima, largura de via e faixas não edificáveis ao longo de cursos d'água e faixas de domínio são parâmetros que não se negociam depois.

O traçado nasce da topografia, não sobre ela. Sistema viário lançado ignorando o relevo produz greide impraticável e volume de terraplanagem que inviabiliza o empreendimento. Quando o urbanístico é desenhado sobre o modelo digital de terreno, o equilíbrio entre corte e aterro já entra como critério de projeto.

O que está incluído

— Método —

Como funciona

A sequência de trabalho, da primeira conversa à entrega.

— 01 —

Viabilidade

Leitura do zoneamento, dos índices e das restrições ambientais incidentes sobre a gleba.

— 02 —

Consulta prévia

Protocolo de diretrizes junto ao município — que define traçado viário obrigatório e áreas a destinar.

— 03 —

Estudo de traçado

Alternativas de arruamento sobre o MDT, comparando número de lotes e volume de terraplanagem.

— 04 —

Parcelamento

Definição de quadras, lotes e destinações, com fechamento do quadro estatístico.

— 05 —

Memorial

Descrição de cada lote e das áreas públicas, no formato exigido para registro.

— 06 —

Aprovação

Montagem do processo e condução até a aprovação do projeto urbanístico.

— Dúvidas —

Perguntas frequentes

Qual percentual de área pública é exigido?

A Lei 6.766/79 remete à legislação municipal, e é ela que fixa o percentual — que varia bastante entre municípios e por vezes entre zonas do mesmo município. É um dos primeiros itens a verificar, porque afeta diretamente quantos lotes a gleba comporta.

Loteamento e condomínio de lotes são a mesma coisa?

Não. No loteamento, as vias e áreas públicas são transferidas ao município e o sistema viário é público. No condomínio de lotes, regido pelo Código Civil, as áreas permanecem privadas e de responsabilidade dos condôminos. As exigências, os custos e a forma de registro são diferentes — a escolha precisa ser feita no início.

É possível parcelar gleba com APP ou curso d'água?

É possível parcelar a gleba respeitando a APP, que fica preservada e não pode ser computada como área de lote. O que muda é o aproveitamento: parte da área sai da conta. Identificar isso na viabilidade evita comprar terreno por um potencial que ele não tem.

— Atendimento —

Projeto urbanístico nas 32 cidades atendidas

Clique na cidade para ver o contexto local — condicionantes geográficas, conselho da ART e Corpo de Bombeiros com jurisdição.

Santa Catarina — 24 municípios

ART registrada no CREA-SC e PPCI analisado pelo CBMSC.

Campo Alegre16 km · 21 minRio Negrinho19 km · 24 minCorupá35 km · 1h – 1h15Jaraguá do Sul56 km · 1h – 1h15Mafra62 km · 1h20 – 1h40Schroeder62 km · 1h20 – 1h40Guaramirim67 km · 1h20 – 1h40Massaranduba74 km · 1h20 – 1h40Joinville77 km · 1h20 – 1h40Garuva84 km · 1h20 – 1h40Pomerode86 km · 1h20 – 1h40Timbó102 km · 1h50 – 2h20Indaial112 km · 1h50 – 2h20Blumenau113 km · 1h50 – 2h20São Francisco do Sul114 km · 1h50 – 2h20Itapoá118 km · 1h50 – 2h20Canoinhas120 km · 1h50 – 2h20Barra Velha122 km · 1h50 – 2h20Gaspar123 km · 1h50 – 2h20Penha124 km · 1h50 – 2h20Balneário Piçarras127 km · 1h50 – 2h20Itajaí141 km · 1h50 – 2h20Brusque148 km · 1h50 – 2h20Balneário Camboriú150 km · 1h50 – 2h20

Paraná — 8 municípios

ART registrada no CREA-PR, com visto do conselho, e PPCI analisado pelo CBMPR — normativo distinto do catarinense.

Piên23 km · 28 minAgudos do Sul36 km · 1h – 1h15Tijucas do Sul54 km · 1h – 1h15Quitandinha56 km · 1h – 1h15Araucária95 km · 1h20 – 1h40São José dos Pinhais101 km · 1h50 – 2h20Curitiba106 km · 1h50 – 2h20Campo Largo122 km · 1h50 – 2h20
— Loteamento e infraestrutura —

Outros serviços desta frente

Disciplinas que costumam ser contratadas junto com projeto urbanístico.

— LEV —

Levantamento planialtimétrico

Poligonal georreferenciada, curvas de nível e memorial descritivo — a base sobre a qual todo o resto é projetado.

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— TER —

Terraplanagem

Cortes, aterros, taludes e quadro de volumes estaca a estaca, com o balanço entre corte e aterro fechado.

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— GEO —

Projeto geométrico

Traçado viário com alinhamento horizontal, greide, superelevação e seções transversais para vias urbanas e rurais.

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— PAV —

Pavimentação

Dimensionamento do pavimento asfáltico ou de concreto conforme o tráfego previsto e o subleito local.

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— DRE —

Drenagem pluvial

Captação, galerias e dissipadores dimensionados por tempo de retorno e área de contribuição.

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— AGU —

Abastecimento de água

Redes de distribuição de água potável para loteamentos, condomínios e áreas urbanas.

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— ESG —

Esgoto sanitário

Redes coletoras, interceptores e traçado por gravidade compatível com a concessionária local.

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— Próximo passo —

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