Poligonal georreferenciada, curvas de nível e memorial descritivo — a base sobre a qual todo o resto é projetado.
NBR 13133
Todo erro cometido no levantamento se propaga. O volume de corte calculado sobre uma superfície imprecisa gera um orçamento de terraplanagem que não fecha; a cota de fundo de galeria lançada sobre curva de nível errada gera rede sem caimento. Não existe projeto de infraestrutura melhor que a base topográfica que o sustenta.
O levantamento segue a NBR 13133, com poligonal georreferenciada ao SIRGAS 2000 — o que significa que o terreno tem coordenadas reais, compatíveis com a base cartográfica do município e com o que o cartório espera ver na descrição do imóvel.
Para áreas extensas, o levantamento aerofotogramétrico com drone e apoio de campo por RTK reduz prazo e aumenta densidade de pontos. Para áreas com vegetação densa, onde a fotogrametria não enxerga o solo, o caminho continua sendo o levantamento em campo. A escolha do método é técnica, não comercial.
A sequência de trabalho, da primeira conversa à entrega.
Visita à área, conferência da matrícula e identificação de marcos e divisas existentes.
Implantação e rastreio dos pontos de apoio georreferenciados que amarram todo o levantamento.
Coleta de campo por estação total, RTK ou voo fotogramétrico com apoio, conforme a área.
Ajustamento da poligonal, geração de nuvem de pontos e do modelo digital de terreno.
Planta planialtimétrica cadastral com curvas de nível e elementos levantados.
Memorial descritivo com azimutes e distâncias, e anotação de responsabilidade técnica.
Não substitui, complementa. O drone gera densidade de pontos impossível de obter manualmente, mas depende de apoio de campo georreferenciado para ter precisão altimétrica confiável — e não enxerga o solo sob vegetação densa. Em área limpa e extensa, o ganho é enorme; em área de mata fechada, o levantamento convencional continua sendo o caminho.
O levantamento georreferenciado é a base técnica para isso. O procedimento de registro envolve ainda a análise documental e a certificação junto ao órgão competente, que é etapa própria — vale conversar sobre o caso específico do seu imóvel.
Depende do uso. Para estudo de viabilidade, um metro resolve. Para terraplanagem e drenagem de loteamento, meio metro é o mínimo razoável em terreno movimentado. Pedir precisão além da necessária encarece sem agregar.
Clique na cidade para ver o contexto local — condicionantes geográficas, conselho da ART e Corpo de Bombeiros com jurisdição.
ART registrada no CREA-SC e PPCI analisado pelo CBMSC.
ART registrada no CREA-PR, com visto do conselho, e PPCI analisado pelo CBMPR — normativo distinto do catarinense.
Disciplinas que costumam ser contratadas junto com levantamento planialtimétrico.
Parcelamento do solo: quadras, lotes, sistema viário, áreas verdes e institucionais dentro do que o plano diretor permite.
Ver detalhes →Cortes, aterros, taludes e quadro de volumes estaca a estaca, com o balanço entre corte e aterro fechado.
Ver detalhes →Traçado viário com alinhamento horizontal, greide, superelevação e seções transversais para vias urbanas e rurais.
Ver detalhes →Dimensionamento do pavimento asfáltico ou de concreto conforme o tráfego previsto e o subleito local.
Ver detalhes →Captação, galerias e dissipadores dimensionados por tempo de retorno e área de contribuição.
Ver detalhes →Redes de distribuição de água potável para loteamentos, condomínios e áreas urbanas.
Ver detalhes →Redes coletoras, interceptores e traçado por gravidade compatível com a concessionária local.
Ver detalhes →Retorno no mesmo dia útil. Se o serviço não for o adequado para o seu caso, eu digo — vale mais do que vender o que não resolve.
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