Água fria e quente, esgoto e ventilação, com traçado compatibilizado com a estrutura antes da entrega.
NBR 5626 · NBR 8160
Instalação hidrossanitária é a disciplina que mais sofre com falta de compatibilização, porque depende de gravidade. Tubo de esgoto precisa de declividade contínua, e declividade não se negocia com viga: ou o traçado foi previsto, ou alguém vai furar elemento estrutural na obra e ninguém vai registrar isso.
O dimensionamento de água segue a NBR 5626, o de esgoto a NBR 8160. Na prática, isso significa colunas dimensionadas por peso de peça de utilização, reservatório calculado para consumo real, e ventilação projetada — o item que mais se omite e que responde pela maior parte das queixas de cheiro em imóvel novo.
O traçado sai do projeto já resolvido contra a estrutura: prumadas em shafts definidos, passagens previstas em fôrma, e caimento verificado ponto a ponto até a caixa de inspeção.
A sequência de trabalho, da primeira conversa à entrega.
Verificação da existência de rede de água e de esgoto no logradouro — o que muda completamente a solução.
Cálculo de consumo, reservação, colunas e sub-ramais conforme NBR 5626.
Coletores, ramais e ventilação conforme NBR 8160, com verificação de declividade em todo o percurso.
Calhas e condutores dimensionados por área de contribuição e intensidade pluviométrica local.
Traçado conferido contra estrutura e elétrica no modelo federado, com furos previstos em fôrma.
Isométricos, plantas, memorial e lista de materiais.
Muda a solução e o custo. Sem rede coletora, o projeto prevê tratamento local — tanque séptico, filtro anaeróbio e sumidouro ou vala de infiltração — dimensionado conforme NBR 7229 e NBR 13969. O sumidouro depende da capacidade de infiltração do solo, o que idealmente se verifica com teste de absorção antes de dimensionar.
Porque é ela que impede que a descarga de um vaso sugue o fecho hídrico do ralo do box ao lado. Sem ventilação adequada, o cheiro de esgoto volta para dentro do imóvel — e a correção depois de pronto envolve abrir parede.
Depende do padrão de uso e do combustível disponível. O projeto pode contemplar aquecimento a gás, solar com apoio elétrico ou passagem prevista para instalação futura. Deixar a tubulação prevista custa pouco na obra e muito depois.
Clique na cidade para ver o contexto local — condicionantes geográficas, conselho da ART e Corpo de Bombeiros com jurisdição.
ART registrada no CREA-SC e PPCI analisado pelo CBMSC.
ART registrada no CREA-PR, com visto do conselho, e PPCI analisado pelo CBMPR — normativo distinto do catarinense.
Disciplinas que costumam ser contratadas junto com projeto hidrossanitário.
Plantas baixas, cortes, elevações, implantação e detalhamento, ajustados ao plano diretor do município.
Ver detalhes →Modelo tridimensional com as disciplinas federadas: os conflitos entre estrutura, instalações e arquitetura aparecem na tela, antes da obra.
Ver detalhes →Cálculo e detalhamento de concreto armado, com fôrmas e armaduras dimensionadas para a obra real.
Ver detalhes →Quadros, circuitos, diagramas unifilares e memorial de cálculo para entrada de energia e instalação interna.
Ver detalhes →Plano de prevenção contra incêndio para análise do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.
Ver detalhes →Imagem fotorrealista da fachada e do interior, feita a partir do próprio projeto — não de um modelo genérico.
Ver detalhes →Montagem do processo, protocolo, resposta às exigências e reapresentação até a emissão do alvará.
Ver detalhes →Retorno no mesmo dia útil. Se o serviço não for o adequado para o seu caso, eu digo — vale mais do que vender o que não resolve.
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