Por que a NEV é a escolha certa para projeto estrutural em Itajaí?
Cálculo estrutural para obra em Itajaí: fundações, pilares, vigas e lajes dimensionados pela NBR 6118, com pranchas de forma e armação, memorial de cálculo, quantitativos de aço e concreto e ART.
O que está incluído
- Concepção e lançamento da estrutura sobre o projeto arquitetônico
- Dimensionamento pela NBR 6118 e ações da NBR 6120/6123
- Fundações compatibilizadas com a sondagem do terreno
- Pranchas de forma e armação + memorial de cálculo
- Quantitativos de aço e concreto e ART no CREA
Como funciona em Itajaí
A estrutura é lançada sobre o arquitetônico e dimensionada com base na sondagem do terreno em Itajaí — sem sondagem, a fundação vira chute. O detalhamento sai pronto para a obra: formas, armação, quantitativos e memorial.
Projeto estrutural em Itajaí: o que muda no terreno
Sede de um dos maiores complexos portuários do país, Itajaí tem economia girando em torno de logística, pesca e serviços, com ocupação urbana espremida entre o rio e o mar. A demanda pende para o comercial e o industrial de apoio portuário. A cota de cheia do Itajaí-Açu e a influência de maré na drenagem entram em praticamente todo projeto. É sobre esse terreno e esse perfil de obra que a estrutura em Itajaí é lançada — fundação e superestrutura casadas com a sondagem.
A segunda é o lençol freático. Em terreno de planície arenosa o nível d'água costuma estar a poucos metros da superfície, o que inviabiliza subsolo sem impermeabilização e rebaixamento, condiciona o tipo de fundação e elimina o sumidouro como solução de esgoto em boa parte dos lotes.
Estrutura no litoral é projeto de durabilidade: a NBR 6118 enquadra a orla em classe de agressividade ambiental III, o que aumenta cobrimentos, exige concreto de menor relação água/cimento e muda o detalhamento das armaduras. Em Itajaí, somam-se vento de costa (NBR 6123) e, com frequência, fundação profunda em terreno arenoso com lençol raso — tudo definido antes do primeiro pilar. Itajaí está na foz do Itajaí-Açu, onde se somam cheia de montante e maré. É a pior combinação hidráulica da região: a água que desce encontra a que sobe, e o projeto de drenagem precisa trabalhar com os dois cenários simultâneos. Em Itajaí o dimensionamento adota classe de agressividade ambiental III ou IV da NBR 6118 — cobrimento e classe de concreto maiores que os de interior.






